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Tudo sobre a raça Chihuahua



O Chihuahua é a menor raça de cachorro do mundo e encanta pelo seu tamanho e pelo seu olhar meigo e carinhoso. É preciso tomar cuidado com eles pela casa, pois são muito pequenos, principalmente quando filhotes.
 
Família: companhia, Sul (pariah)
Grupo do AKC: Toys
Área de origem: México
Função Original: cerimonial
Tamanho médio do macho: Alt: 15-22 cm, Peso: <3 kg
Tamanho médio da fêmea: Alt: 15-22 cm, Peso: <3 kg
Outros nomes: nenhum
Padrão da raça: confira aqui


Energia
Gosto por brincadeiras
Amizade com outros cães
Amizade com estranhos
Amizade com outros animais
Proteção
Tolerância ao calor
Tolerância ao frio
Necessidade de exercício
Apego ao dono
Facilidade de treinamento
Guarda
Cuidados com a higiene do cão

Origem e história da raça
 



A menor raça do mundo, o Chihuahua tem uma história polêmica. Segundo uma teoria, a raça surgiu na China e foi levada para o Novo Mundo por comerciantes espanhóis, onde foi cruzada com raças nativas muito pequenas. Outra teoria afirma que a raça surgiu mesmo na América do Sul, descendente dos nativos Techichi, um cão pequeno e mudo que era às vezes sacrificado em rituais religiosos Toltecas. Dizia-se que havia um cão pequeno e vermelho que guiava as almas até o submundo, e toda família Asteca tinha um cachorro assim, que era sacrificado e cremado juntamente com cada membro falecido na família. Pra piorar ainda mais a situação do Techichi, os Toltecas e seus conquistadores, os Astecas, costumavam comer cachorros e o Techichi pode ter feito parte do cardápio algumas vezes. Apesar de ter vida curta, os Techichis eram bem cuidados pelos sacerdotes ou por suas famílias. Na verdade, a origem mais provável do Chihuahua é uma combinação dessas três teorias: O Techichi nativo foi cruzado provavelmente com os cães chineses minúsculos e sem pelos, mas a data em que isso aconteceu é incerta. Os cães chineses podem ter sido trazidos por uma passagem no Estreito de Bering ou, mais tarde, pelos comerciantes espanhóis. Quando Cortes conquistou os Astecas no século 16, os cachorrinhos foram abandonados e deixados pra se virar sozinhos. Cerca de 300 anos depois, em 1850, três cães minúsculos foram encontrados em Chihuahua, no México. Alguns poucos foram levados aos Estados Unidos, mas ganharam pouca atenção. Apenas quando Xavier Cugat (“o rei rumba”) apareceu em público tendo um Chihuahua como companheiro, a raça conquistou o coração do público. A raça teve um crescimento meteórico e continuou como uma das raças mais populares da América.
 
 
Temperamento do Chihuahua
 
O atrevido Chihuahua conquistou seu lugar como cachorro toy preferido por sua intensa devoção a uma única pessoa. Ele é reservado com estranhos, mas geralmente se dá bem com outros cães e animais da casa. Alguns tentam ser protetores, mas não são muito eficientes nisso. Alguns podem ser corajosos, e outros mais tímidos. Normalmente é temperamental. Alguns latem.
 
 
Cuidados com o Chihuahua
 
O Chihuahua é um cão animado, mas que pode se exercitar correndo dentro de casa. Gosta de explorar o jardim ou fazer passeios curtos com coleira e adora acompanhar a família em atividades ao ar livre. O Chihuahua não é um cachorro para viver do lado de fora. Ele odeia o frio e busca calor. Os cuidados com o pelo são mínimos. Para cuidar do pelo, basta escová-lo duas ou três vezes por semana.
 
 
Saúde do Chihuahua
 
Principais Preocupações: nenhuma
Preocupações Menores: estenose pulmonar, hidrocefalia, luxação da patela,olho seco
hipoglicemia
Vistos Ocasionalmente: nada
Exames Sugeridos: coração, joelhos
Expectativa de vida: 14-18 anos
Observações: É comum nessa raça haver um ponto frágil no crânio (moleira) devido ao fechamento incompleto.
 
 
Cães semelhantes ao Chihuahua
 
Griffon Belga
Cão de Crista Chinês
Toy Spaniel Inglês

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Pulgas: Como acabar com elas

Pulga

Quando perguntamos aos donos de animais de estimação o que mais os assusta durante os meses de verão, o tema que sempre vem à tona é o problema das pulgas.

Pulgas em cães e gatos. Esses pequenos insetos marrom-escuro gostam de temperaturas quentes e bastante umidade, por isso, em algumas regiões, eles são mais do que um simples “problema de verão”.

Cães e gatos costumam pegar pulgas através do contato com outros animais ou com as pulgas do ambiente. As pernas traseiras fortes desse inseto o habilitam a pular de hospedeiro em hospedeiro ou do ambiente para o hospedeiro. (Pulgas não tem asas, por isso não podem voar!) A mordida da pulga causa coceira no hospedeiro, mas para um animal sensível ou alérgico a pulgas, essa coceira pode ser intensa e levar a perda de pelos, inflamações e infecções secundárias de pele. Alguns animais, hipersensíveis a saliva da pulga, terão coceiras por todo o corpo, mesmo que com apenas uma mordida ou uma única pulga.

A informação sobre pulgas apresentada aqui tem como foco o tratamento e a prevenção de pulgas que, vamos falar a verdade, é tão importante para o animal quanto para seu dono.

Como saber se as pulgas estão causando toda aquela coceira – formalmente chamada de prurido? Geralmente, diferentemente dos microscópicos Demodex ou ácaros de sarna, pulgas podem ser vistas correndo pela superfície da pele. De cor cobre escuro e do tamanho da cabeça de um alfinete, pulgas não gostam de luz. Se procurá-las em regiões de mais pelo, na barriga e parte interna das coxas do animal, você terá mais chances de encontrá-las.

Procure por “sujeira de pulga”, também. A “sujeira de pulga” se parece com pequenas manchas escuras de pimenta espalhadas pela superfície da pele. Se encontrar sujeira de pulga, que na verdade são as fezes da pulga compostas de sangue digerido, pegue algumas do animal e coloque em uma toalha de papel molhada. Se após alguns minutos as pequenas manchas se espalharem como machas de sangue, então isso é sujeira de pulga e seu cão está mesmo com pulgas!

Entendendo o ciclo de vida das pulgas

Pulga

Para entender como e por que as opções de tratamento funcionam, devemos compreender o ciclo de vida das pulgas, pois diferentes tratamentos modernos e os produtos preventivos funcionam em fases diferentes desse ciclo. Há muitos estágios em seu ciclo de vida: ovo, larva ou lagarta, pupa ou casulo e adulto. O período de tempo necessário para completar esse ciclo varia de acordo com as condições ambientais, como temperatura, umidade e a disponibilidade de um hospedeiro nutritivo.

O hospedeiro da pulga é um animal de sangue quente, como cães e gatos (ou mesmo humanos!) Porém, os vários estágios das pulgas são muito resistentes a temperaturas frias. A fêmea adulta vive tipicamente por muitas semanas em um animal. Durante esse período de tempo, ela suga o sangue do animal duas ou três vezes e libera de vinte a trinta ovos todos os dias. Ela pode liberar centenas de ovos durante seu tempo de vida. Esses ovos caem do cachorro no quintal, tapete, e onde mais o cachorro passe seu tempo.

Esses ovos se desenvolvem no mesmo lugar onde foram deixados. Tendo cerca de 1/12 do tamanho de um adulto, eles também podem se desenvolver em pequenas fissuras no piso e entre as fendas dos carpetes. O ovo depois evolui para larva. Essas pequenas larvas tipo minhocas, vivem entre as fibras do tapete, em fissuras do solo e no ambiente exterior. Elas se alimentam de matéria orgânica, escamas de pele e mesmo das fezes ricas em sangue das pulgas adultas.

As larvas crescem, se transformam mais duas vezes, e depois formam um casulo e uma pupa, onde ficam aguardando a hora certa para eclodir em um adulto. Essas pupas são muito resistentes e são protegidas pelo casulo. Elas podem sobreviver por um longo tempo, até que encontrem as devidas condições ambientais e um hospedeiro disponível. Depois elas emergem de seus casulos quando detectam calor, vibrações e exalação de dióxido de carbono, o que indica a presença de um hospedeiro. A pulga adulta recém-surgida pode pular para o hospedeiro mais próximo imediatamente.

Sob condições ideais, a pulga completa seu ciclo de vida em 14 dias. Agora imagine as dezenas de milhares de pulgas que podem surgir sob condições favoráveis.

Conhecer seu ciclo de vida permite compreender por que é importante cuidar, tanto do animal, como dos ambientes interno e externo para controlar o número de pulgas. Passar um pouco de talco no animal não adianta. Apenas limpar a casa também não adianta, e nem mesmo colocar uma coleira anti-pulgas no seu cão.


Prescrição de medicamentos
Há uma grande variedade de produtos contra pulgas hoje em dia, mas os produtos mais novos estão finalmente vencendo a frustração do controle de pulgas, com marcas populares e altamente eficientes. Em alguns casos é possível combater as pulgas tratando apenas o animal. Alguns desses produtos não combatem as pulgas adultas, mas impedem a incubação dos ovos, interrompendo o ciclo de vida da pulga. Sem reprodução, a população de pulgas se dissipa, desde que o animal não entre em contato com novas pulgas continuamente.

Em climas quentes, esse tratamento continua o ano todo, mas em outros climas o tratamento deve começar antes da primavera, que é o início da estação das pulgas. Além disso, esse tipo de produto não é adequado para animais alérgicos a saliva de pulgas (com hipersensibilidade a mordidas), pois as pulgas adultas não são mortas e continuam mordendo o animal.
 

Medicamentos sem prescrição
Há também muitos outros produtos que matam as pulgas do animal e não precisam de receita médica. Porém, a desvantagem é que alguns desses produtos são menos eficientes do que os receitados, mas anda assim ajudam no controle da população de pulgas. Os produtos sem receita incluem xampus, talcos, sprays, coleiras e loções. 

No ambiente

Junto a qualquer tratamento de combate às pulgas é necessário tratar os animais da casa para obter pleno sucesso. Além disso, você precisará cuidar do ambiente interno e externo. Ao cuidar do ambiente interno, é importante lavar as roupas de cama com água quente e sabão, especialmente se os cães passam tempo em sua cama. Todos os tapetes devem ser aspirados e o saco do aspirador jogado fora. A limpeza a vapor também pode matar algumas larvas. Lembre-se de que, apesar de lavar os tapetes, ainda haverá boa porcentagem de pulgas vivas, por isso algum tratamento químico pode ser necessário.

A casa toda está agora pronta para o tratamento. Muitas escolhas estão disponíveis, incluindo nebulizadores altamente eficientes. Os produtos mais eficientes são os que contêm ingredientes para matar pulgas adultas e pulgas em outros estágios do ciclo. Este último é chamado de regulador de crescimento de insetos.

Metopreno é um desses reguladores. Nebulizadores de aerosol não penetram o suficiente, em alguns casos, para matar todas as pulgas e larvas escondidas. Outra opção é um produto de borato de sódio que é aplicado no carpete. Considere a opção de chamar uma dedetizadora para ter a garantia de que o procedimento vai eliminar as instalações de pulgas. 

Erradicar as pulgas não será barato, mas qual o preço de viver livre de infestações de pulgas?

  
Pulga

Para controle externo, sprays e inseticidas são geralmente usados depois que a casa e os cachorros estão totalmente limpos. Um regulador de crescimento de insetos é também uma boa escolha. Pyriproxifen é mais estável à luz do sol e dura mais tempo ao ar livre do que metopreno.

Alguns nematóides (vermes minúsculos) não-tóxicos também podem ser espalhados no quintal, que são quentes e úmidos e frequentados por animais e pulgas. Os nematódeos se alimentam das larvas da pulga.

Não deixe de consultar seu veterinário para saber quais métodos e produtos são melhores para você e seus animais. Seu veterinário será sua melhor fonte de informação sobre pulgas. É uma batalha, portanto… boa sorte e bom controle de pulgas!

Muitos cães que vivem sob péssimas condições, além de pulgas apresentam carrapatos. Saiba mais sobre a babesiose e a erliquiose


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Como escovar os dentes do cachorro


Escovar os dentes do cachorro é fundamental por vários motivos. Primeiro que previne o tártaro, uma doença que pode matar se não for tratada. Segundo que melhora o hálito do animal. E terceiro porque é uma prática de liderança sobre o cão, deixando-o submisso e reconhecendo que você é o líder.
 
O ideal é começar a escovação na fase do imprinting, que é quando o cachorro está mais suscetível à novas experiências. Adotar esse hábito depois de adulto é bem mais complicado, mas não impossível.



Passo 1 – Escolha a hora certa
 
Escove os dentes do seu cachorro quando ele estiver calmo e relaxado. Seu objetivo: criar uma rotina. Trabalhar a escovação diariamente é o ideal. Mas se a boca estiver saudável, três vezes por semana já fazem diferença. Sem a escovação, há o crescimento de placas, deixando o cão com risco de mau hálito, doenças na gengiva e queda de dentes. Também pode causar infecções dolorosas. Infecções graves podem se espalhar causando risco de vida.


Passo 2 – Reúna suas ferramentas


Você deve usar uma escova de dentes feita para cachorros. As cerdas são mais suaves e especialmente anguladas. Escovas de dedo podem funcionar bem para cães abaixo de 13 kg. Para cães maiores, hastes maiores podem dar melhor alcance. Use apenas pasta de dentes para cachorros. Ela vem em sabores agradáveis para o cão, como frango ou manteiga de amendoim. Nunca use a sua pasta de dentes. Ela contém ingredientes que podem ferir o estômado do seu cão.
 
 
Passo 3 – Assuma a posição



Procure ficar em um local que deixe seu cão confortável. Não fique acima do seu cão nem assuma uma atitude ameaçadora. Ao invés disso, experimente se ajoelhar ou se sentar em frente ou ao lado dele. Avalie o nível de ansiedade do seu cachorro. Se ele parecer irritado, pare e tente de novo mais tarde. Talvez você precise dominar cada uma das seguintes etapas com o tempo.
 


Passo 4 – Prepare as gengivas



Teste a disponibilidade de seu cão para ter a boca manipulada passando o dedo das gengivas e dentes superiores. Isso vai ajudá-lo a se acostumar a ter algo contra os dentes. Use pressão leve. Talvez você precise acostumá-lo com esse passo por alguma sessões antes de ir em frente.
 
 
Passo 5 – Teste a pasta de dente



Ponha um pouco de pasta na ponta do seu dedo. Deixe o cachorro lamber a pasta do seu dedo para que ele acostume com a textura e o sabor. Se após alguns dias ele se recusar a lamber a pasta, experimente um sabor diferente. Com sorte, você vai encontrar uma que ele sinta como guloseima.
 
 
Passo 6 – Experimente a escova de dentes



Quando o cão se acostumar com você abrindo e tocando sua boca, comece a usar a escova e a pasta juntos. Levante seu lábio superior. Enquanto se aproxima dos dentes com a escova, posicione as cerdas para que elas alcancem a linha da gengiva. Posicionar a um ângulo de 45 graus dos dentes ajudará as cerdas a massagear a linha da gengiva e limpar as placas.
 
 
Passo 7 – Faça movimentos circulares



Escove em círculos pequenos, indo aos extremos de cima e de baixo em cada lado. Na medida em que você passa as cerdas pela linha da gengiva, algum pequeno sangramento pode ocorrer. Um ligeiro sangramento ocasional não tem problema. Mas um sangramento contínuo e pesado pode indicar que você está escovando com muita agressividade ou pode ser sinal de problemas na gengiva. Peça orientação ao seu veterinário.
 
 
Passo 8 – Concentre-se na placa


Escove apenas alguns dentes de uma vez, aumentando o número a cada dia. Leve dois minutos no total. Se o cão resistir no começo, tente começar pelos dentes externos e atrás dos dentes, que é onde a placa tende a se acumular. Se conseguir chegar aos dentes do fundo, ótimo. Mas se não conseguir chegar a eles, não force muito. Sua língua grossa ajuda a limpar aquela área.
 
 
Passo 9 – Tranquilize o cachorro


Mantenha o humor leve enquanto estiver escovando os dentes do seu cão. Converse com ele durante a escovação diária, dizendo exatamente o que está fazendo. Reafirme que ele é um bom cachorro acariciando suas bochechas ou com tapinhas na cabeça.
 
 
Passo 10 – Recompense


Quando terminar de escovar os dentes do seu cão, ofereça uma recomensa com sua guloseima favorita ou com atenção extra. Sempre pare enquanto todos ainda estão se divertindo. Lembre-se também que os cuidados dentais não terminam com a escovação. Certos mastigadores e guloseimas também ajudam a combater as placas. E não se esqueça de agendar limpezas dentárias profissionais regularmente. Pergunte ao veterinário qual a melhor frequência para o seu cão.


Fonte: Tudo sobre Cachorros (www.tudosobrecachorros.com.br)

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Comportamento de cães idosos

Cães idosos: mudança de comportamento.
Os filhotes têm seus problemas de comportamento e os cães mais velhos tem os deles. Para os cães mais velhos, em muitos casos, não é que eles não entendem as ‘regras’, mas que eles podem, por muitas razões, não serem capaz de segui-las. Um cachorro é considerado idoso a partir de 7 anos em média.

A ansiedade da separação
 
Ansiedade de separação é um dos problemas de comportamento mais comuns em cães mais velhos. Um cachorro que tem ansiedade de separação vai ficar muito ansioso quando ele sente que o seu dono está prestes a sair. Quando o proprietário deixa o cão muitas vezes, este torna-se destrutivo, pode urinar ou defecar e podem salivar muito. Um cão com ansiedade de separação, costuma ficar muito contente quando seu proprietário retorna.
 
Cães mais velhos podem ter uma diminuição da capacidade de lidar com mudanças na rotina. Visão ou perda da audição pode torná-los mais ansiosos, no geral, mas especialmente quando eles são separados do dono. Alterações neurológicas também podem limitar a capacidade de um cachorro mais velho para ajustar-se a mudança.
 
Algumas das principais considerações no tratamento de ansiedade de separação são:
 
Não faça uma grande coisa sobre sair ou voltar para casa pois isso simplesmente reforça o comportamento.
 
Ensine seu cão para relaxar. Se o seu cão pode aprender a relaxar em uma ” estadia ” por longos períodos quando você estiver lá, ele vai ser mais propensos a aprender a relaxar enquanto estiver fora.
 
Mude sua as pistas sobre sua partida. Muitos cães sabem assim que o alarme dispara, que é um dia de trabalho e você vai embora. Eles começam a ficar ansioso, assim que ouvir o alarme. Precisamos mudar a nossa rotina para que o cão não saiba que vai sair. Por exemplo, pegar as chaves do carro e ir sentar-se no sofá, em um sábado, levantar-se e vestir-se como se estivesse indo para o trabalho, mas ficar em casa.
 
Comece com partidas muito curtas. Determine quanto tempo você pode deixar o seu cão antes que ele fica ansioso. Pode ser apenas 10 segundos, por isso, começar por aí. Deixe por 5 segundos, voltar e se o cão permaneceu calmo, recompense-o. Aos poucos, aumente o tempo de você se foi, sempre retornando antes do cachorro ficar ansioso e recompensando-o para ficar calmo. Isso pode demorar de semanas a meses mas a paciência é o segredo.
 
Associe sua partida com algo bom. Quando você sair, dê ao seu cão um brinquedo oco, como um que faça barulho quando morder. Isto pode levar a sua mente fora de você sair. A ansiedade tende a alimentar a si própria, por isso, se podemos prevenir a ansiedade ocorra quando você sair, o cão pode manter a calma depois de sair. Certifique-se de ambiente do seu cão é confortável: a temperatura certa, uma cama macia, a luz solar, a música ‘ fácil de ouvir “. Alguns cães vão ficar mais relaxados, se puderem ver o mundo do lado de fora, outros podem tornar-se mais ansiosos. Da mesma forma, alguns cães mais velhos são mais ansioso quando deixados ao ar livre e ficar mais calmos quando estão dentro da casa. É muito importante determinar o que é melhor para o seu cachorro.
 
Se você ficar ausente por longos períodos durante o dia, você pode querer pensar em ter alguém entrar durante o dia para deixar o seu cachorro no quintal e dar-lhe um pouco de exercício. Cães mais velhos, especialmente, pode precisar de ir lá no quintal com mais frequência para urinar e defecar. Dar-lhes esta oportunidade pode diminuir a sua ansiedade.
 
Muitos cães se sentem seguros em uma caixa e estar em uma caixa vai ajudar a reduzir sua destrutividade. Isto tornará mais seguro para eles e sua casa.
 
Use uma abordagem de equipe. Medicamentos anti-ansiedade, como Clomicalm são muitas vezes necessários para romper o ciclo de ansiedade de separação. A medicação sozinha, não vai resolver o problema. Trabalhar com o seu veterinário e especialista em comportamento animal para desenvolver um plano que irá funcionar melhor para você e seu cachorro.
 
 
 

Agressividade

 
Cães mais velhos podem se tornar agressivos por várias razões. Agressão pode ser o resultado de um problema médico, como algo causando dor (artrite ou doença dental), visão ou perda de audição, o que resulta no cão sendo facilmente assustado, a falta de mobilidade de modo que o cão não pode retirar -se do estímulo irritante (por exemplo, um filhote de cachorro detestável), ou doenças que têm efeitos diretos sobre o sistema nervoso, como a disfunção cognitiva (veja abaixo). Modifica o movimento, um novo membro da família, ou um novo animal de estimação pode fazer um cão mais velho mais irritável e mais propensos a ser agressivo. Em uma casa com mais de um cachorro, um cão mais velho que era o cão “dominante” no passado, pode encontrar a sua autoridade ser desafiada por cães mais jovens da família.
 
Ao determinar quais os fatores que podem estar contribuindo para a agressão é que pode se eliminar ou reduzir esses fatores. Tratar condições médicas que contribuem para a agressividade é fundamental. Assista o cão para sinais de estresse (aumento da respiração ofegante), e remover o cão da situação estressante que poderia causar agressão. Usando uma enforcadeira e coleira pode fornecer mais controle sobre um cão mais velho, principalmente aquele que tiveram a audição ou visão diminuídas. Em alguns casos, uma focinheira pode ser necessária para garantir a segurança de membros da família humanos e não-humanos. Os medicamentos podem ser úteis na redução da agressão que pode ser devido por medo e ansiedade. Tal como acontece com a ansiedade de separação discutido acima, a medicação por si só não vai resolver o problema. Trabalhar com o seu veterinário e especialista em comportamento animal para desenvolver um plano que irá funcionar melhor para você e seu cão.
 
 

Bagunça na casa

 
Alguns cães mais velhos que foram treinados por anos, pode começar a ter “acidentes”. Tal como acontece com outros problemas de comportamento em cães mais velhos, pode haver várias causas para essa mudança de comportamento. As condições médicas que resultam em um aumento da frequência de urinar ou defecar pode ser a causa subjacente para este problema de comportamento. Estas condições incluem: colite, doença inflamatória do intestino, diabetes mellitus, cálculos na bexiga ou infecções, inflamação da próstata, doença de Cushing, e doença renal ou hepática. As condições médicas que causam dor ou tornam difícil para o cão a ir para fora para eliminar também podem contribuir para o problema. Estas condições incluem a artrite, doença do saco anal, a perda de visão, e em algumas formas de colite. O tratamento destas condições médicas pode ajudar a resolver este problema comportamental. Algumas condições médicas podem resultar em uma perda de controle sobre a bexiga e função intestinal e incluem hormônio incontinência ágil, doenças da próstata e disfunção cognitiva. Como discutido anteriormente, a ansiedade de separação pode resultar em defecar e urinar quando o cachorro está longe de seu dono.
 
Qualquer cão mais velho com problemas de fazer bagunça ou sujeira na casa deve ser examinado por um veterinário e o proprietário deve ser capaz de dar uma história detalhada da cor e quantidade de urina (ou fezes), a frequência com que o cão precisa para eliminar, as mudanças em hábitos de comer ou beber, a postura do cão, eliminando, e se os “acidentes” ocorrem somente quando o proprietário está desaparecido.
 
As condições médicas que contribuem para o problema de sujeira na casa devem ser tratadas de forma adequada. Se artrite ou movimento doloroso está envolvido, um proprietário pode querer construir uma rampa para o exterior assim que o cão não precisa manobrar em escadas. Pavimentos lisos devem ser cobertos com tapetes antiderrapante ou outro material. Áreas da casa onde o cão urinou ou defecou devem ser limpos com um limpador de enzima. Para os cães que precisam de urinar ou defecar frequentemente, os proprietários podem ter de mudar os seus horários ou encontrar um cuidador de animais que pode levar o cão lá fora em intervalos apropriados. Comida de um cão pode contribuir para a dificuldade de defecar, e devem ser feitas tentativas para determinar se esta poderia ser uma razão para a casa sujeira. Outras condições médicas, como diabetes mellitus, pedras na bexiga, ou incontinência hormonal deve ser tratado como tal.
 
 

Fobia de ruídos

 
Alguns cães mais velhos tornam-se excessivamente sensível ao ruído. Poderia pensar que o contrário aconteceria uma vez que muitos cães mais velhos vai adquirir alguma perda auditiva. Disfunção cognitiva, imobilidade resultando em uma incapacidade do cão para retirar -se da fonte do ruído, e a diminuição da capacidade de um cão mais velho para gerenciar o estresse podem ser fatores que contribuem para a fobia de ruído.
 
É importante identificar quais os ruídos que o cão pode ter medo. Pode ser que podemos ouvir ruídos, tais como tempestades, mas lembre-se que um cão pode ouvir frequências seres humanos não podem, o cão pode ter medo de um som que não podemos ouvir. Por esta razão, também tentar relacionar o comportamento do cão com outras ocorrências no ambiente (por exemplo, um apito de trem, o que pode produzir alguns sons de alta frequência).
 
O tratamento de fobias de ruído pode incluir medicação, a dessensibilizarão e treinamento condicional. Por exemplo, se o som for identificado, pode-se reproduzir uma gravação do som em um nível de volume muito baixo e recompensar o cão se nenhum medo é demonstrado. Gradualmente (ao longo de dias ou semanas), o volume pode ser aumentado e recompensas dado adequadamente.
 
 

Aumento da vocalização

 
Estresse em um cão mais velho pode traduzir-se em aumento de latidos, lamentações ou uivados. Isso pode ocorrer durante a ansiedade de separação, como um meio de ganhar a atenção (se o cão não pode vir até você por causa da diminuição da mobilidade, ele pode estar a pedir-lhe para vir a ele), ou por causa de disfunção cognitiva.
 
A causa do aumento da vocalização devem ser identificados, se possível, e a medicação deve ser administrada, se apropriado. Se o cão está vocalizando, a fim de receber atenção, ele deve ser ignorado. Também pode ser útil usar ‘ correção remoto ‘, como atirar uma lata pop contendo algumas moedas ou pedras em direção ao cão (não no cão), o que pode assustá-lo e impedi-lo de vocalizar. Ele não deve associá-lo com a correção ou ele pode aumentar sua vocalização apenas para chamar sua atenção. Se o aumento da vocalização é um comportamento de busca de atenção, rever a quantidade e o tipo de atenção que você está dando o cão. Talvez você precisa reservar algum tempo para você e seu cão (em seus termos).
 
 

Agitação noturna: alterações nos padrões de sono.

 
Alguns cães mais velhos podem tornar-se inquieto durante a noite, e ficar acordado, andando pela casa, ou vocalizando. A dor, a necessidade de urinar ou defecar com mais frequência, a perda de visão ou audição, alterações do apetite, e condições neurológicas podem contribuir para esse comportamento.
 
Qualquer condição médica que contribuem para este problema de comportamento deve ser tratada. Mais uma vez, as correções remotos podem ser úteis, ou pode ser necessário para limitar o cão em um local afastado dos quartos durante a noite.
 
• O cão pode se perder em seu próprio quintal, ou ficar preso em cantos ou atrás de móveis.
• Sonolência e estar acordado toda a noite ou uma mudança nos padrões de sono.
• Perda das habilidades de treinamento.
• Um cão anteriormente treinado pode não se lembrar e pode urinar ou defecar, onde ele normalmente não faria.
• Nível de atividade diminuído.
• Perda de atenção ou ficar olhando para o espaço.
• Não reconhecer os amigos ou familiares.
 
Quando outros fatores são descartadas (se diminuição da atividade é devido a uma condição de avanço da artrite, por exemplo, ou a sua falta de atenção devido à visão ou perda auditiva), e seu veterinário determinou que seu cão tem CCD, um tratamento para esta doença pode ser aconselhável. A droga chamada selegilina ou L – Deprenil, (marca Anipryl), embora não uma cura, foi mostrado para aliviar alguns dos sintomas de CCD. Se o cão responde, ele terá de ser tratados diariamente para o resto de sua vida. Tal como acontece com todos os medicamentos, há efeitos colaterais, e cães com certas condições não deve ser administrado Anipryl. Por exemplo, se seu cão está em Mitaban para parasitas externos, Anipryl não deve ser dada. Se você acha que seu cão pode ter CCD, converse com seu veterinário.
 
 

Adaptar-se a novos animais de estimação na casa

 
Desde que os cães mais velhos não lidar com o estresse bem, começar um novo cachorro, quando você tem um cão mais velho, mostrando sinais de envelhecimento pode não ser a melhor ideia. É melhor para obter um novo filhote quando o cão mais velho ainda é móvel (pode ficar longe do filhote de cachorro), relativamente livre de dor, não está passando por disfunção cognitiva, e tem boa audição e visão.
 
 

Resumo

 
Muitas das mudanças de comportamento que vemos em cães mais velhos pode ser devido a condições médicas. Se o comportamento do seu cão está mudando, já que seu cão examinado por um veterinário. Seu cão mais velho é mais facilmente estressados, por isso tentar reduzir o stress, fazendo as alterações necessárias na rotina gradual, e diminuir a exposição do seu cão a estressores. Com paciência, compreensão e tratamentos recomendados pelo seu veterinário, você pode ajudar a fazer anos mais velho do seu cão um tempo de qualidade para você e ele.





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